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JUSTIÇA DETERMINA QUE RIO DE JANEIRO DEVE ELABORAR PLANOS DIRETORES PARA APAS DO MORRO DA SAUDADE E SACOPÃ E PROIBIR NOVAS CONSTRUÇÕES

Em uma decisão que visa proteger importantes áreas verdes da cidade, a Justiça do Rio de Janeiro determinou que o município elabore e aprove os Planos Diretores das Áreas de Proteção Ambiental (APAs) do Morro da Saudade e do Sacopã. A sentença, proferida pelo juiz Daniel Calafate Brito, também proíbe a autorização de novas construções nas APAs até que os planos sejam concluídos.

A ação civil pública, movida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, apontou a existência de construções irregulares nas APAs e a necessidade de regularização das edificações já existentes. O juiz acatou os argumentos do MP, destacando a omissão do município em proteger as áreas e a importância dos Planos Diretores para garantir a preservação ambiental.

Decisão Abrange Área da Rua Casuarina

A decisão judicial abrange toda a área no entorno da Rua Casuarina, que possui trechos com inclinação superior a 45º. Segundo o juiz, as encostas com essa declividade são consideradas de proteção à vida silvestre, e sua vegetação deve ser mantida intacta.

Município Tem Seis Meses para Elaborar Planos

O município do Rio de Janeiro terá o prazo de seis meses para elaborar e aprovar os Planos Diretores das APAs. A decisão também determina que o município regularize as construções irregulares já existentes nas áreas protegidas.

Próximos Passos

Após o término do prazo, caso o município não cumpra a decisão, o Ministério Público poderá tomar medidas adicionais para garantir a proteção das APAs. A população e os órgãos de fiscalização ambiental acompanharão de perto o cumprimento da decisão judicial.

Fonte: OngBR

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